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Em entrevista exclusiva, Lucas Cardoso fala sobre GGI, Muralha Digital e sobre possível candidatura a Prefeito em 2020

Publicado em 05/08/2019 Editoria: Segurança sem comentários Comente! Imprimir


Secretário de Segurança da atual gestão, foi um dos responsáveis pela implantação do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública de Atibaia, conquistou plano de carreira para Guardas Municipais e auxiliou o Município a se tornar referência nacional na área de segurança.

Armando Teixeira Junior

Foi com muita tranquilidade que Lucas de Oliveira Cardoso, 35 anos, bacharel em direito e atual Secretário de Segurança de Atibaia, aceitou receber a equipe do Portal Atibaia News para uma entrevista que tinha como objetivo falar sobre os excelentes índices de segurança do município, do sucesso da integração das forças policiais e dos planos para o futuro: tanto do GGI, como em sua carreira política.

O resultado revelou um jovem que traz para o dia-dia suas experiências como Guarda Municipal, vereador e que a todo tempo fala no plural, nunca trazendo para si todos os méritos, mas dividindo os bons resultados com toda uma equipe que está envolvida.

Entre os assuntos dessa entrevista exclusiva estão a valorização dos servidores da Guarda Municipal, a implantação do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Pública (GGI), a Muralha Digital, o Projeto Vizinhança Solidária e o baixo índice de mortes violentas que rendeu uma grande matéria no Globo Repórter. Quando perguntado se aceitaria se candidatar a prefeito nas próximas eleições a resposta foi assertiva: “Aceitaria. Me colocaria a disposição para fazer o meu melhor.”

A entrevista na íntegra, que foi conduzida de forma natural, como um bate papo, você confere abaixo:
 

Sobre a trajetória política e como ela começou:

“No ano de 2008 apoiei, o na época, candidato a vereador Saulo Pedroso, criando uma relação de amizade. Em 2009, ele orientou a me organizar politicamente, e sugeriu que eu assumisse a presidência do PRP na cidade, pois o partido não tinha representantes no município. Através de uma indicação do Saulo, fui presidente do PRP e comecei a montar o partido, e assim começou a ser montado também um grupo político. Foi dessa forma que surgiu a história da 3ª via () em 2012. Conversando com o Emil Ono (PTB), o Mario Inui (PRB) e o Valter Cimencal (PCdoB), Saulo Pedroso (PSB) saiu candidato a prefeito e Mario Inui de vice, e eu sai candidato a vereador na época. Vencemos as eleições.

Em 2016, fui reeleito, em janeiro de 2017, me licenciei da Câmara dos Vereadores e assumi a secretaria de segurança.”

Nas eleições de 2012, o grupo político liderado pelo candidato a prefeito à época Saulo Pedroso, ficou popularmente conhecido como “Terceira Via”, porque naquele ano os candidatos Professor Wanderley Silva (DEM) e Luiz Fernando Pugliesi (PV) eram apontados como favoritos pelas pesquisas com grande margem de pontos percentuais".
 

Sobre a criação do GGI em 2017

“Assumi em janeiro de 2017 e fui fazer contato com os outros comandos da secretaria de segurança. Assumi o comando da Guarda Municipal, fiz contato com o Dr. Elton Costa, Dr. Sebastião de Oliveira delegados da Polícia Civil, Cap. Turolla Comandante da 3ª CIA da Polícia Militar, e as demais forças de segurança. O Inspetor Chefe Leon Pomar e inspetor Marinelli da Polícia Rodoviária Federal, Tenente Vinícius Becker da Polícia Militar Rodoviária, tenente José Augusto Bravo, comandante do 2º Pelotão de Polícia Ambiental de Atibaia o 1º tenente Paulo Eduardo das Chagas de Souza, e o capitão Rodrigo Barazza do Corpo de Bombeiros de Atibaia. Assim marcamos uma primeira reunião para discutir índices criminais em Atibaia, para fazer um trabalho em conjunto. Conversando com um e com outro, foi citado o trabalho realizado em Amparo e que dava muito certo. Lá não se chamava GGI, se chamava “Forças de Segurança Integradas”, foi quando pedimos a autorização do Prefeito Saulo Pedroso e realizamos a primeira reunião, em22 de março de 2017, na prefeitura. Um mês antes começamos a articular essa reunião, convidando os comandos, todos confirmaram presença, falamos sobre a iniciativa de realizar um trabalho em conjunto. O Saulo abriu as portas da prefeitura e falou que tínhamos todo o apoio.”
 

Como foi o início do trabalho da GGI

“Decidimos que as reuniões seriam quinzenais, a gente precisava sentar para discutir os problemas. Todos são amigos, todos se apoiam, as polícias são coirmãs, só que faltava estreitar os laços, e aí foi iniciado o trabalho, e isso deu muito certo.

Em 2017, nós começamos então a fazer muitas operações, e temos o lema de que “juntos somos mais fortes”, e o conceito de segurança de que o problema de um é o problema de todos, e que nosso problema é o problema da população. Não importa a corporação, nós estamos ali para resolver juntos. Não têm burocracia entre nós, fazemos as reuniões, se temos problemas aqui, e ali, a gente se une, se tem outro órgão que precisa ser acionado, a gente aciona e vai para cima do problema, porque de fato é a população que precisa.”
 

Sobre o Brasão da GGI

 

“O GGI é uma filosofia de trabalho, nenhum é subordinado a outro, não existe hierarquia entre nós. Esse logo foi criado com muito cuidado, até porque não podemos nos preocupar se um está em cima ou outro embaixo, ou medir o tamanho de um logo em comparação ao outro, porque se a vaidade entrar por um desenho está perdido o trabalho todo.”
 

Como funciona o diálogo entre as forças policiais

“Nós combinamos assim: veja a data que você quer fazer determinada operação e vamos. É assim, vencer a burocracia juntos, acompanhar os índices criminais juntos, e criar um vínculo de confiança. É isso que as forças policiais precisam.”
 

Sobre a redução dos índices de criminalidade na cidade

“De cabeça, de 2017 para cá, com certeza, a gente tinha entre 39, 40, 42 furtos de veículo por mês, hoje está em 10, 11, 13... Sendo que dois, três são golpes de seguro, e uma ou outra ocorrência é quando o indivíduo consumiu bebidas alcoólicas em excesso e não sabe onde estacionou o carro. Furtos mesmo, caiu em mais de 50% com toda certeza. Quando iniciamos nosso trabalho, tivemos em um ano, 10 mortes violentas. Mortes violentas são homicídios basicamente. 10 mortes em um ano todo, sendo que: 8 foram solucionados, e os autores identificados. Um índice de resolução de 80%, índice de países da Europa.”
 

Sobre a Reportagem do “Globo Repórter”, na Rede Globo de Televisão.

“Saímos no Globo Repórter como a segunda cidade mais segura do país, isso quer dizer que não existem furtos ou outros problemas? Não, mas o furto é um crime considerado de pequeno potencial ofensivo. A lei mudou em 2012, você prende o indivíduo hoje, ele sai amanhã. E ele é contumaz no crime, já foi preso 30 vezes. É uma coisa difícil para nós porque a Lei não ajuda. Tráfico de drogas têm, é o câncer do século, mas crimes de roubo, reduziu muito, mortes violentas reduziu muito. Este ano estamos com 2 mortes o ano todo, e já estamos no mês 8.”

Como é o trabalho preventivo contra o índice de mortes violentas

“A gente identificou que as mortes aqui ocorriam entre os mendigos e nos bares de madrugada, desinteligência, jogatina, um mata o outro com a faca. Entre as pessoas em situação de rua o “trecheiro” chega de outra cidade, e mata aquele que já está aqui. Briga por espaço, briga por bebida e briga por droga. Então chegou uma nova pessoa em situação de rua, toda noite a gente aborda, qualifica e pega muitos procurados nesse meio. Eles mesmos espalham nesse meio que Atibaia não tem jeito, toda madrugada existe abordagem. Geralmente os “moradores de rua” são soltos, nisso tem um trabalho da prefeitura muito forte que é o Programa “Vida Nova”, que oferece oportunidades: vem o abordador, oferece cama, comida, psicólogo, psiquiatra, trabalho. Você resgata a pessoa, a família vem buscar. Isso faz o que?  Nós tivemos apenas uma morte de morador de rua na cidade este ano e antes havia aos montes. Então fazemos um trabalho intensivo de prevenção.”
 

Sobre a repercussão do trabalho de segurança realizado em Atibaia

“O ano passado recebemos a visita do Secretário de Segurança do Estado de São Paulo. Mudou o governador, entrou o novo secretário o General Campos, a primeira visita em cidades foi aqui em Atibaia, em janeiro desse ano. Porque nosso modelo de integração, não nos faz melhor que ninguém, mas deu muito certo. O modelo, o modo que a gente trabalha.

Já perdi as contas de quantas cidades nos procuraram para conhecer o modelo do GGI, quando paramos de contar, eram 25 cidades. Estados, vieram Minas Gerais e Goiás. O Coronel Guerra que é o coordenador geral de políticas da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) e que assumiu junto ao presidente Jair Bolsonaro, veio aqui conhecer nosso modelo de integração e está levando para o Brasil todo. O comando geral da Polícia Militar fala que esse formato é modelo a ser seguido.”
 

Sobre a “Muralha Digital”.

“O índice de elucidações de crimes está aí. Como chegamos aos autores? Temos tecnologia apoiando. Se sabemos que foi um carro de determinado modelo que praticou um crime em certo horário, buscamos na “muralha” e está lá. Enfim, não posso dar detalhes do trabalho de inteligência, mas foi a tecnologia, o investimento que o Prefeito Saulo fez, acreditando em nosso trabalho. Foi um reforço fundamental para o GGI. E estamos ali resolvendo um crime atrás do outro. “
 

Sobre o posicionamento das câmeras da “Muralha Digital”

“Nós temos algumas das entradas da cidade vigiadas por câmeras, ou seja, isso é um conceito de muralha. Nós temos a ideia e trabalhamos com essa máxima de que: “o crime se desloca sobre rodas”. Ou seja, o indivíduo para fazer um furto em nossa cidade, seja no Centro, no Alvinópolis ou em outro bairro, que esteja monitorado em nossa “muralha virtual”, vai se deslocar utilizando um veículo, não tem como. E o crime muitas vezes é externo, furtos de residência onde o assaltante vêm de fora da cidade.”
 

Sobre a ampliação da “Muralha” e o aumento do número de câmeras

“Eu sugiro que leve a “Muralha” para o Portão, para o Tanque, Belvedere, Guaxinduva, para a área rural; porque onde tiver, a cidade fica mais segura.

Por exemplo, as câmeras que serão instaladas na revitalização da Alameda Lucas Nogueira Garcês, vão ajudar a localizar o assaltante. Se ele passa por uma câmera, e sabemos que está na cidade, temos que ficar procurando. Quando a área sem monitoramento é muito grande, fica difícil.

Em breve irão aumentar quase 100 câmeras na cidade, na Lucas serão cerca de 40 e cerca 50 serão espalhadas pela cidade.
 

Sobre a qualificação de “furto” como sendo um crime de “Pequeno potencial ofensivo”

“O furto, para mim é um crime de grande potencial ofensivo, essa pena nunca deveria ter sido reduzida. Primeiro que o assaltante entra na sua residência, furta suas coisas, que você trabalha para conseguir, e ele leva “de graça”. E segundo, que o furto é muito violento psicologicamente, porque o assaltante mexeu nas suas coisas, você se sente inseguro, existe o trauma. A pessoa quer mudar da própria casa, geralmente a mulher não consegue dormir mais ali, é um trauma para o resto da vida. Quando o legislador fez isso ele estava completamente equivocado em tratar o furto como pequeno potencial ofensivo. O ladrão que entra em uma residência carrega não só a televisão que ele roubou, mas causa um trauma, imagina mexer nas roupas intimas de uma mulher? A pessoa se sente insegura para o resto da vida. O crime não pode ser tratado dessa forma.”
 

As dificuldades no combate a esse tipo de ocorrência

“Nós prendemos uma quadrilha que os indivíduos afirmaram que “sua profissão era assaltar residências”, eles compram um aplicativo na Praça da Sé em São Paulo, com banco de dados de algumas pessoas. Já vieram para Atibaia com detalhes de três residências a serem assaltadas. Eram 4 indivíduos, 1 mulher e 3 homens. Os assaltantes não têm medo, eles confessam tudo, disseram que já fizeram furtos no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Não estão nem aí. Foram presos e no outro dia saíram. Foram presos por Associação Criminosa, no outro dia, saíram. Então eles assumem, “minha profissão é ser ladrão”.”
 

Sobre a implantação do Programa Vizinhança Solidária

“Esse é um programa da Polícia Militar, que na nossa cidade, através do trabalho integrado do GGI foi fortalecido e teve o apoio da Guarda Civil Municipal.

O programa é fantástico, porque a população conhece seus problemas e conhece de fato a rotina e os problemas de seu bairro.

No Bairro Nova Atibaia por exemplo, os números caíram muito, mesmo sendo uma região próxima à periferia. Foi com a ajuda e união dos moradores e a integração das polícias que estamos dando um reforço e ajudando. A “Vizinhança Solidária” é a Estratégia das polícias modernas. É bom divulgar porque quanto mais pessoas souberem, mais bairros vão fazer parte, mais moradores vão aderir ao programa, e essa proximidade das forças policiais com a população é fundamental para a redução e prevenção da criminalidade.”
 

Sobre como o “Vizinhança Solidária” auxilia no combate à criminalidade

“Aonde tem o Grupo Vizinhança Solidária, essa união dos moradores ajuda a população a identificar o pequeno marginal ou qualquer outro suspeito. Só o fato de identificarem o suspeito e ligarem, para o 190 ou 153, o ladrão vai embora, então não quer dizer que não tem crime, que erradicou, mas reduziu muito em todos os bairros que aderiram ao programa.”
 

O que melhorou na Guarda Municipal desde o início da sua atuação há 7 anos atrás.

No início melhoramos a qualidade de vida do funcionário. Funcionário que tem um plano de carreira, que ganha o que é justo, que é valorizado, e ganha o suficiente. Essa foi a minha conquista.

Nós lutamos para um salário digno e um plano de carreira para a profissão e foi uma luta incessante até conseguirmos implantar o plano de carreira. Eu era vereador e implantamos a Lei em janeiro de 2014. O único quadro da prefeitura que tem plano de carreira é a Guarda Municipal, isso foi um movimento de classe, não é um privilégio de ninguém, nem estamos desmerecendo nenhum outro servidor, porque a minha vontade era fazer isso para todos, mas eu fui eleito pela guarda municipal, levantando essa bandeira, foi isso que eu fiz. Fui lá lutei e hoje temos o plano de carreira e um dos melhores salários do Brasil na Guarda Municipal. E aí começamos a estruturar, com uniformes, viaturas, armamento e equipamento, tudo que é necessário para um bom treinamento. E tudo isso passo a passo, um tijolinho por vez. Estamos desde 2017 reformando tudo, nunca para. Em setembro haverá um aumento de efetivo com a formatura de um novo grupo que está em treinamento.”
 

Sobre o que falta melhorar na Guarda Municipal.

“Na verdade, a gente sempre precisa melhorar um pouco. A gente sempre está em evolução. Ainda temos muito a melhorar. Por exemplo, não temos patrulha rural eficiente. 57% do nosso território é rural. Temos 64 escolas entre municipais, estaduais e particulares e não temos ronda escolar para tudo. Temos o projeto “Escola Segura”, mas precisamos lutar por uma Ronda Escolar eficaz, por um Patrulhamento Rural eficaz. Atibaia faz divisa com 8 municípios, e o que temos no momento não é suficiente para cobrir a área rural de forma devida. Não conseguimos por exemplo fazer patrulhamento preventivo na zona rural. Precisamos de mais efetivo, contratar mais guardas, mas estamos fazendo o possível para atender a demanda.”
 

Sobre o fato de a Guarda Municipal muitas vezes chegar primeiro aos locais das ocorrências

“Os chamados no 190, para a Polícia Militar, vão para a central em Campinas. O que gera uma dificuldade. De certa forma isso é ruim para a população, por causa do protocolo a ser seguido. Isso se deu por causa do mau uso da ferramenta, existia muito trote antigamente, aí foi necessário que a polícia adotasse uma série de protocolos e perguntas. E centralizou para uma regional. Em várias situações a Guarda Municipal presta auxílio e até socorro se chega primeiro. Teve um incidente onde uma linha de pipa cortou o pescoço de uma pessoa, e a Guarda Municipal prestou os primeiros socorros. Por mais alguns minutos a pessoa teria morrido. Ela age em uma situação de socorro imediato.”
 

Sobre os projetos futuros para o GGI e a Guarda Municipal

“Temos muitos projetos. A gente quer implantar um projeto nos moldes do “Vizinhança Solidária” chamado de “Escola Solidária”. Precisamos ter o contato de todos, dos diretores de cada lugar, porque eles conhecem os problemas da sua escola, aí ligam se acontece algo mais grave. O mesmo conceito de colaboração entre a população e as forças de segurança que temos do “Vizinhança Solidária”, mas aplicado as escolas.

Pretendemos criar uma “Patrulha Maria da Penha”, para auxiliar nos casos de feminicídio e violência doméstica. Esse número já diminuiu em nossa cidade, só pelo fato de aumentar a fiscalização nos bares, e forçar que eles fechem no horário adequado, às 23 horas, isso diminui a bebedeira, e consequentemente os flagrantes em Lei Maria da Penha diminuíram. Antes o indivíduo chegava em casa bêbado de madrugada e batia na mulher, tinha um flagrante por dia, chegava a ter dois. Agora tem um a cada dois dias.”
 

Sobre se pretende se candidatar a algum cargo nas próximas eleições.

“Estou trabalhando. Meu nome está à disposição do grupo (político). Meu nome está à disposição da cidade. Acho que, quem decide isso é a população, através da análise de perfil que eles desejam do próximo candidato a prefeito por exemplo. Então é o povo que vai dizer o que ele quer. Então se eu preencher os requisitos e o grupo achar que eu tenho condições de assumir um cargo como esse eu estou à disposição para fazer o melhor onde eu estiver.
 

Sobre quem do grupo político escolherá o nome das próximas eleições e se será o atual prefeito Saulo Pedroso a decidir esse nome.

Todos decidem juntos, e o prefeito Saulo faz parte do nosso grupo. Ele é formado de vereadores, de partidos e tem vários critérios que devem ser analisados.
 

Sobre a possibilidade de a candidatura não acontecer ou em caso de derrota de seu grupo político se aceitaria fazer parte da próxima administração como secretário de segurança.

“Volto a patrulhar como fiz a vida inteira, feliz da vida. Volto a patrulhar como servidor de carreira. Sou Guarda Municipal de origem e se eu tiver que retornar a fazer isso estarei muito feliz também.”

Condução da Entrevista: Jair Gonçalves
Apoio: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Atibaia

› FONTE: Atibaia News (portalatibaianews.com.br)


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