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Solto duas vezes em audiência de custódia, homem volta a furtar e acaba preso pela Polícia Militar

Publicado em 10/08/2019 Editoria: Polícia sem comentários Comente! Imprimir


Jornal g8

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Em menos de duas semanas, o mesmo homem é preso pela terceira vez por furto em Atibaia. Na primeira vez, dia 28 de julho, o homem foi preso pela Guarda Civil Municipal por furtar tampas de bueiros. Na segunda vez, dia 7 de agosto, ele foi preso pela Polícia Militar por furtar esquadrias de alumínio em um salão. As duas vezes, o homem acabou solto em audiência de custódia. 

Nesta sábado, os Policiais Militares, Cabo Molina e Soldado Abreu, a mesma Equipe que prendeu o homem quarta-feira (7), foi acionada para atendimento de furto no mesmo local, Bairro da Ponte. O assaltante havia sido detido pelo proprietário após furtar materiais elétricos no interior do salão comercial. Durante a revista pessoal, os policiais encontraram 40 peças de tomadas e interruptores de energia dentro de uma sacola plástica que o homem carregava. Diante dos fatos, o homem acabou confessando o furto, sendo encaminhado ao Plantão Policial, permanecendo à disposição da Justiça. 
De acordo com o Secretário de Segurança Pública de Atibaia, Lucas Cardoso, esse homem, morador de rua, foi abordado pelas Equipes da Prefeitura de Atibaia, através do Programa Vida Nova, e não aceitou ajuda de acolhimento. 
No mês passado, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, disse na Câmara dos Deputados que as audiências de custódia realizadas no País precisam ser aperfeiçoadas, porque tornam o processo penal brasileiro mais lento e adotam como regra a cultura de liberar o preso em flagrante delito.
Witzel, que atuou por 17 anos como juiz de Direito – dez deles na área criminal – participou de reunião, no dia 9 de julho, que debateu, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, o fim das audiências de custódia. “Acaba sendo um momento em que o juiz, sabendo que não há vagas no sistema prisional e que o preso vai sair dele pior do que entrou, segue uma cultura de evitar ao máximo que o sujeito fique preso”, disse. Witzel defendeu uma reforma do sistema penitenciário brasileiro e criticou ainda a lentidão do Ministério da Justiça em aprovar projetos de novos presídios. "O sistema penitenciário no Brasil está uma bagunça. Se não arrumar esse sistema, não adianta criar penas mais graves nem equipar as polícias”, afirmou.

Com informações da &39;Agência Câmara Notícias&39;

 

› FONTE: Marcio Costa, para o Portal Atibaia News


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